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Brasil quer elevar investimento em ciência e tecnologia para 2% do PIB

Aumento do montante faz parte de esforço para diminuir a vulnerabilidade tecnológica do país e retomar a competitividade em áreas consideradas estratégicas

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Ciência e tecnologia – O presidente Lula recebeu nesta quinta-feira (4) a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2024-2034, documento que orientará a formulação de políticas públicas do setor na próxima década e que faz parte do esforço para diminuir a vulnerabilidade tecnológica do país e retomar a competitividade em áreas consideradas estratégicas.

“Não existe projeto de soberania nacional sem autonomia, sem diminuir a nossa dependência”, afirmou durante a cerimônia a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, destacando que superar fragilidades em tecnologias críticas é essencial para recuperar o protagonismo científico e produtivo do Brasil.

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Elaborada em meio a uma disputa internacional por avanços tecnológicos, a nova estratégia prevê a ampliação do sistema brasileiro de ciência e inovação, o estímulo à reindustrialização, o fortalecimento de cadeias estratégicas e o uso desses investimentos para impulsionar o desenvolvimento social.

A proposta ficará em consulta pública até 20 de dezembro, quando deverá ser finalizada.

Maior investimento

Entre as metas estabelecidas pela Estratégia Nacional está aumentar a soma de investimentos públicos e privados em ciência e tecnologia para 2% do PIB até 2034 — hoje, esse índice gira em torno de 1,2%.

Para atingir esse patamar, o governo aponta que será preciso reestruturar os mecanismos de financiamento, ampliando o suporte às universidades, institutos de pesquisa e demais instituições do setor.

Lula, no entanto, reiterou que ainda vê pouca disposição na iniciativa privada para financiar inovação.

“Não existe projeto de soberania nacional sem autonomia, sem diminuir a nossa dependência”, afirmou o presidente.

“Nós ainda não conseguimos convencer o conjunto do empresariado brasileiro a investir muito em inovação e pesquisa”, afirmou. “O capital de risco tem medo de risco. Então, sabendo disso, o Estado tem que ser generoso e cumprir com a parte daquilo que a iniciativa privada não cumpre”.

(Com informações de RT Brasil)
(Foto: Reprodução/Freepik/vuongtqha140463)

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