Horário de Atendimento: Das 9h as 15h | Sede: (67) 3321-2836 | [email protected] I CNPJ: 15.579.279/0001-87
Home Notícias Dispositivos que recriam falecidos por IA avançam na China
Notícias

Dispositivos que recriam falecidos por IA avançam na China

Sistema usa inteligência artificial para simular voz, aparência e comportamento de pessoas ou pets falecidos

101

Dispositivos que recriam falecidos – Um novo uso da inteligência artificial tem ganhado espaço na China ao transformar lembranças em interações digitais. Empresas de tecnologia passaram a oferecer dispositivos capazes de recriar versões virtuais de pessoas e animais de estimação que já morreram, utilizando registros como fotos, vídeos e áudios.

Conhecidos como “deadbots”, esses sistemas podem ser adquiridos por valores acessíveis — a partir de cerca de £2 (aproximadamente R$ 13) — e integram um mercado em rápida expansão. A proposta é reproduzir características físicas e comportamentais dos indivíduos, permitindo que familiares interajam com esses avatares em tempo real.

LEIA: Nova geração de computadores reacende alerta sobre segurança de bitcoins

A tecnologia gera representações que imitam voz, aparência e até padrões de comportamento, criando a sensação de continuidade da presença. O recurso tem sido apresentado como uma forma de amenizar o luto e reduzir a solidão, sobretudo em casos recentes de perda.

Como funcionam os avatares digitais

Para construir essas simulações, as empresas solicitam materiais pessoais, como fotos, vídeos e gravações de voz. Esses dados são processados por algoritmos de inteligência artificial, que dão origem a um clone digital capaz de responder perguntas, conversar e reproduzir trejeitos característicos.

Relatos apontam que, em alguns casos, familiares passam a interagir com os avatares no dia a dia, simulando conversas e até ligações rotineiras. O uso frequente da tecnologia levanta questionamentos sobre seus efeitos emocionais e limites éticos.

Entre os pontos de debate estão o consentimento das pessoas recriadas, o uso de imagem após a morte e os possíveis impactos psicológicos para quem utiliza o recurso. Diante do avanço dessas soluções, autoridades chinesas já avaliam a criação de regras para evitar abusos e garantir maior transparência.

(Com informações de Tecmundo)
(Foto: Imagem gerada por IA/Freepik)

Posts relacionados

Nova geração de robôs humanoides acelera vendas e amplia presença no mercado

Dispositivos capazes de conversar, memorizar preferências e demonstrar emoções registram milhares de...

Saúde mental no trabalho: lições da Copa para enfrentar a cobrança diária

Estratégias usadas no esporte podem ajudar trabalhadores a lidar melhor com desafios...

Governo veta projeto que flexibilizava direitos em primeiro emprego

Executivo considerou que proposta concentrava os incentivos nas empresas, sem assegurar melhores...

Preservação de jogos antigos enfrenta obstáculos e ameaça clássicos dos videogames

Levantamento mostra que apenas uma pequena parcela dos jogos clássicos continua disponível...