Horário de Atendimento: Das 9h as 15h | Sede: (67) 3321-2836 | [email protected] I CNPJ: 15.579.279/0001-87
Home Notícias Metrô de Londres é paralisado por greve pela redução da jornada
Notícias

Metrô de Londres é paralisado por greve pela redução da jornada

Empresa ofereceu apenas reajuste salarial pela inflação, enquanto trabalhadores reivindicam redução da jornada

346

Metrô de Londres – Londres iniciou a semana sem a operação do metrô nesta segunda-feira (8). A paralisação, convocada pelo sindicato que representa cerca de dois terços da força de trabalho do sistema, reivindica, entre outros pontos, a redução da jornada de trabalho de 35 para 32 horas semanais. A mobilização deve continuar pelo menos até quinta-feira (11).

O primeiro dia da greve já impactou a rotina da capital britânica: ruas principais ficaram congestionadas e os demais meios de transporte sofreram pressão extra. O metrô londrino, responsável por aproximadamente 3,7 milhões de viagens por dia, deixou usuários em busca de alternativas. O serviço de aluguel de bicicletas registrou procura quatro vezes maior que o normal, enquanto o Uber emitiu alertas sobre tarifas elevadas devido ao excesso de demanda.

LEIA: Chorar no trabalho é comum, mas pode ter consequências negativas; veja dicas

A estatal TfL (Transport for London) informou ter colocado na mesa um reajuste salarial de 3,4%, alinhado à inflação e a negociações em andamento no setor. No entanto, reiterou que a redução de jornada é “incompatível com a saúde financeira” da companhia.

No ano anterior, uma greve semelhante foi evitada após intervenção do prefeito Sadiq Khan, que surpreendeu ao ampliar o subsídio público ao sistema. Para críticos, a medida enfraqueceu o poder de negociação da estatal, incentivando os sindicatos a adotar uma postura mais combativa em novas rodadas de pressão.

“Londrinos que tentam chegar ao trabalho, levar seus filhos à escola, empresas que dependem do metrô para trabalhar e receber clientes estão cansados dessas greves”, declarou um porta-voz do gabinete do primeiro-ministro, Keir Starmer, condenando a greve apesar de Starmer ser do Partido Trabalhista.

Reflexo em outras capitais europeias

Não é apenas a capital britânica que enfrenta apreensão. Em Paris, atos contra o governo de Emmanuel Macron prometem interromper transportes, bloquear ruas e até afetar operações em aeroportos na quarta-feira (10). Apesar de sindicatos ainda não confirmarem oficialmente adesão, a mobilização ganhou força nas redes sociais.

(Com informações de Folha de S.Paulo)
(Foto: Reprodução/Freepik/EyeEm)

Posts relacionados

Meta pode enfrentar multa bilionária em investigação sobre ‘dark patterns’

Apuração avalia se empresa esconde opções de configuração e direciona usuários para...

Astronautas das missões Apollo relatam luzes e fragmentos misteriosos na Lua

EUA divulgaram cerca de 170 documentos sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados, incluindo...

Juiz multa advogadas por comando para IA escondido em petição

Juiz classificou prática como ataque à integridade da atividade jurisdicional e à...

Pesquisa mapeia DNA de brasileiros e identifica risco hereditário de câncer

Projeto analisou o genoma de pacientes com câncer de mama, próstata e...