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Mulheres recebem 26,16% a menos que homens em MS, indica relatório

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Mulheres recebem 26,16% a menos que homens em MS, indica relatório
Mulheres recebem 26,16% a menos que homens em MS, indica relatório

Relatório – Dados divulgados pelo Painel do Relatório de Transparência Salarial apontam que mulheres ganham, em média, 26,16% menos que homens em Mato Grosso do Sul. As informações foram publicadas na segunda-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério das Mulheres.

Em dezembro de 2025, a remuneração média das mulheres em empresas com 100 ou mais empregados no estado foi de R$ 3.065,70, enquanto a dos homens chegou a R$ 4.151,02.

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O levantamento também evidencia desigualdades salariais quando considerado o recorte racial. Mulheres negras tiveram rendimento médio de R$ 2.658,43, enquanto mulheres não negras receberam R$ 3.706,03. Entre os homens, os trabalhadores negros tiveram média salarial de R$ 3.701,36, e os não negros, de R$ 5.067,47.

O cenário registrado em Mato Grosso do Sul acompanha a tendência nacional. No setor privado brasileiro, mulheres recebem, em média, 21,3% a menos que homens.

Além da diferença nos salários, o relatório mostra menor presença feminina nas grandes empresas. No estado, mulheres ocupam 36,7% dos vínculos empregatícios em estabelecimentos com 100 ou mais funcionários. Ao todo, são 83 mil postos ocupados por mulheres, de um total de 226,1 mil.

O estudo também aponta crescimento na participação de mulheres pretas e pardas no mercado de trabalho formal em empresas desse porte. Entre 2023 e 2025, houve aumento de 29% no número de vínculos no país, passando de 3,2 milhões para 4,2 milhões, mais de 1 milhão de novas contratações formais.
O relatório contabiliza 652 estabelecimentos com 100 ou mais empregados, responsáveis por 226,1 mil vínculos formais. Desses, 83 mil são ocupados por mulheres, sendo 50 mil por mulheres negras (60,2%) e 32,9 mil por mulheres não negras (39,6%). Entre os homens, são 143,1 mil vínculos, com 95,1 mil ocupados por negros (66,4%) e 48 mil por não negros (33,5%).

(Com informações de g1)
(Foto: Reprodução/Freepik/inkdrop)

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