Horário de Atendimento: Das 9h as 15h | Sede: (67) 3321-2836 | [email protected] | CNPJ: 15.579.279/0001-87
Notícias

Quase 80% dos trabalhadores estão insatisfeitos com benefícios

352

Benefícios – Um levantamento da consultoria de soluções em talento Robert Half revelou que oito em cada dez trabalhadores (76%) desejam mudanças nos pacotes de benefícios oferecidos pelas empresas. O estudo ouviu 1.400 profissionais com ensino superior e mostrou que a insatisfação não é novidade: no ano passado, 77% já haviam manifestado a mesma opinião.

Entre os pontos mais destacados está o desejo de personalização. Para 84% dos entrevistados, seria importante poder escolher os auxílios de acordo com suas necessidades. No entanto, apenas 21% afirmaram que suas empresas oferecem essa possibilidade.

LEIA: Projeto prevê financiamento para criar “Starlink brasileira”

O ranking dos benefícios mais valorizados evidencia o descompasso entre oferta e demanda. O bônus acordado (seja anual, trimestral ou mensal) aparece como o item mais desejado, citado por 83,72% dos profissionais. Apesar disso, ele ocupa apenas a quinta posição entre os auxílios mais oferecidos, atrás de vale-refeição, plano de saúde, plano odontológico e seguro de vida.

Na lista de preferências também se destacam plano de saúde privado (77,52%), vale-refeição (74,42%), plano de previdência privada (57,75%) e assistência odontológica (53,49%). Benefícios como incentivo à educação, auxílio-combustível e carro da empresa são bastante valorizados, mas ainda pouco presentes nas ofertas das companhias.

“Os dados mostram um descompasso entre os benefícios oferecidos pelas empresas e o que os trabalhadores realmente valorizam. É fundamental que as organizações continuem a busca por soluções alinhadas à sua realidade para conciliar esses interesses”, afirma Leonardo Berto, gerente da Robert Half.

O estudo também apontou que os benefícios influenciam diretamente a permanência dos profissionais: 53% reconhecem que eles pesam na decisão de continuar em uma empresa. Já 37% discordam dessa relação, e 10% não souberam responder.

Entre desempregados, metade afirma levar os benefícios em consideração ao analisar uma proposta de trabalho. Quando os auxílios essenciais não estão incluídos, muitos tentam negociar salários mais altos como compensação.

(Com informações de Jornal Extra)
(Foto: Reprodução/Freepik/EyeEm)

Artigos relacionados

Uso de IA por funcionários do varejo sobe de 39% para 65% em um ano

Expansão da tecnologia ocorre junto ao aumento de conexões com sistemas externos...

Onda de calor coloca MS sob alerta vermelho com temperaturas de até 42°C

Aviso do Inmet prevê temperaturas até 5°C acima da média e segue...

Suspensão de multas da nova NR-1 é prorrogada por mais 90 dias

Decisão de André Mendonça mantém suspensas multas e outras sanções, mas empresas...

IA do Google gera falas falsas de candidato à presidência

Relato do jornalista João Paulo Charleaux chama atenção para os riscos de...