Horário de Atendimento: Das 9h as 15h | Sede: (67) 3321-2836 | [email protected] I CNPJ: 15.579.279/0001-87
Home Notícias Versão nacional do Ozempic chega às farmácias; confira os preços
Notícias

Versão nacional do Ozempic chega às farmácias; confira os preços

Serão distribuídas duas versões do medicamento: uma voltada ao controle do peso e outra para tratar diabetes tipo 2

776

Ozempic – A partir desta segunda-feira (4), os brasileiros começam a encontrar nas farmácias as primeiras canetas de liraglutida fabricadas no país, a versão genérica do Ozempic. Produzidas pelo laboratório EMS, as medicações chegam ao mercado com a proposta de tratar obesidade e diabetes tipo 2, e já são apelidadas de “Ozempic brasileiro” por utilizarem o mesmo princípio ativo.
Nesta fase inicial, 150 mil unidades serão distribuídas: 100 mil do Olire, voltado ao controle de peso, e 50 mil do Lirux, indicado para pacientes com diabetes tipo 2. As canetas estarão disponíveis em redes como Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco, tanto em lojas físicas quanto nos sites, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. A previsão é que outras localidades comecem a receber os produtos nas próximas semanas.

LEIA: Plataforma de IA milionária é apagada dias antes do lançamento

Os preços sugeridos variam conforme o tipo e a quantidade:
• R$ 307,26 (embalagem com uma caneta)
• R$ 507,07 (duas canetas de Lirux)
• R$ 760,61 (três canetas de Olire)

A EMS estima que até o final de 2025, o mercado conte com 250 mil canetas disponíveis, número que deve dobrar até agosto de 2026.
Alerta sobre possíveis efeitos colaterais
O aumento no uso de medicamentos à base de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, também tem levantado preocupações entre profissionais da saúde. Além de efeitos já conhecidos — como náuseas, diarreia e alterações digestivas —, começam a surgir relatos de quadros mais graves entre usuários de longa data.
Entre os riscos apontados estão casos de pancreatite e complicações musculoesqueléticas, segundo especialistas. Para a médica Penny Ward, professora do King’s College London, isso se deve ao fato de que, fora dos testes clínicos, um número muito maior de pessoas usa esses medicamentos, o que amplia a variedade e a frequência de reações adversas.
“Efeitos colaterais mais raros podem surgir à medida que mais pacientes usam esses medicamentos na prática clínica, simplesmente pelo número muito maior de pessoas tratadas do que o incluído nos testes clínicos”, destacou Ward, reforçando a importância do acompanhamento médico durante o uso.

(Com informações de Olhar Digital)
(Foto: Reprodução/Freepik)

Posts relacionados

Áustria anuncia plano para banir redes sociais a menores de 14 anos

Proposta do governo austríaco mira proteção de crianças contra conteúdos nocivos e...

Brasil terá produção de imunoterapia para 40 tipos de câncer

Produção nacional do pembrolizumabe deve ampliar acesso à imunoterapia e reduzir custos...

Trabalhadoras temporárias grávidas ganham direito à estabilidade

Corte alinha entendimento ao Supremo Tribunal Federal e reforça proteção à maternidade...

CapivarIA: como uma montagem virou ferramenta de gestão

Imagem criada por IA para denunciar buraco ganha repercussão, acelera reparo e...