Horário de Atendimento: Das 9h as 15h | Sede: (67) 3321-2836 | [email protected] I CNPJ: 15.579.279/0001-87
Home Notícias IA testa ferramenta contra usuários com tendências violentas
Notícias

IA testa ferramenta contra usuários com tendências violentas

Iniciativa envolve empresas como OpenAI e Google em resposta a comportamentos de risco

9

Usuários com tendências violentas – Uma nova ferramenta em desenvolvimento na Nova Zelândia busca enfrentar casos de violência extrema em plataformas de inteligência artificial como ChatGPT e sistemas da Anthropic. A proposta prevê identificar usuários com comportamentos de risco e redirecioná-los para conversas com humanos e bots especializados, com foco em reduzir a radicalização.

Segundo informações divulgadas pela Reuters, a iniciativa surge em meio a preocupações crescentes com a segurança no uso dessas tecnologias. O movimento acompanha um aumento no número de processos judiciais que acusam empresas de IA de falharem na prevenção de práticas violentas.

LEIA: Treinamentos em IA generativa avançam 617% no país

A discussão ganhou força após um caso envolvendo o Canadá. Meses antes, o governo do país havia feito uma ameaça depois que a OpenAI revelou que o autor de um ataque a uma escola, que resultou em oito mortes, havia sido banido do ChatGPT por “comportamento violento”, sem que as autoridades fossem notificadas.
A nova proposta envolve a atuação da ThroughLine, uma startup que já presta serviços para empresas como OpenAI, Anthropic e Google no redirecionamento de usuários para suporte em situações de crise. Agora, a companhia avalia expandir sua atuação para incluir a prevenção do extremismo violento.

De acordo com o fundador da empresa, Elliot Taylor, a ThroughLine está em diálogo com o Christchurch Call, iniciativa criada após o ataque terrorista de 2019 na Nova Zelândia com o objetivo de combater o ódio online. A parceria pode incluir orientação do grupo antiextremismo no desenvolvimento de um chatbot voltado à intervenção em casos críticos.

“É algo para o qual gostaríamos de avançar e fazer um trabalho melhor de cobertura e, em seguida, ser capazes de apoiar melhor as plataformas”, destaca Taylor em uma entrevista, acrescentando que nenhum prazo foi estabelecido.

A proposta ainda está em fase inicial, mas indica um movimento mais amplo das empresas de tecnologia para lidar com os desafios de segurança e responsabilidade no uso de sistemas de inteligência artificial.

(Com informações de TI Inside)
(Foto: Reprodução/Freepik/rawpixel.com)

Posts relacionados

Mesmo avançadas, IAs ainda não superam humanos em videogames

Apesar de dominar jogos de tabuleiro, desempenho das IAs muda em ambientes...

Avanço na China pode transformar construção de foguetes e drones

Inovação pode elevar em até 26% a durabilidade de peças aeroespaciais

MEC lança biblioteca digital com acesso gratuito a milhares de livros

Plataforma reúne mais de 8 mil obras e oferece sistema de empréstimo...

Justiça autoriza dedução integral no IR para educação de autistas

Decisões judiciais têm permitido que famílias de crianças com TEA abatam integralmente...