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Parceria tecnológica inicia mapeamento de demandas em MS

Acordo focado em IA e endereçamento rural digital entra em fase de prospecção técnica para definir aplicações no setor público e no agronegócio

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Mapeamento de demandas – As intenções de modernização tecnológica em Mato Grosso do Sul começaram a ganhar contornos práticos na última semana. Durante a Expogrande 2026, representantes do governo estadual e do Google se reuniram para alinhar os primeiros passos do acordo de cooperação firmado em dezembro de 2025. O foco atual das equipes técnicas é identificar gargalos na administração pública e no setor produtivo que possam ser solucionados via inteligência artificial e conectividade.

O encontro no estande do Governo do Estado contou com a presença de membros da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), da Setdig (Secretaria Executiva de Transformação Digital), além de especialistas da Visiona Tecnologia Espacial. A agenda faz parte de uma rodada de reuniões semanais que envolvem áreas como saúde, educação e gestão governamental.

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Uma das propostas centrais da cooperação é a implementação do CEP rural digital. O projeto visa criar um sistema de endereçamento preciso para propriedades rurais, facilitando a logística e o acesso a serviços que, historicamente, são limitados às zonas urbanas.

“É um projeto grande, estruturado para vários anos, mas com foco em entregas rápidas. Neste momento, temos um olhar especial para os CEPs rurais e rotas rurais”, afirmou o secretário da Semadesc, Artur Falcette. “É uma iniciativa que atende o setor produtivo, mas também é um projeto de cidadania, porque permite que o produtor tenha um endereço formal.”

Estrutura do acordo e próximos passos

O memorando possui vigência inicial de 12 meses. No momento, equipes da empresa de tecnologia realizam um levantamento de necessidades em campo para propor soluções dentro do modelo de “aliança tecnológica”.

As frentes de atuação detalhadas no plano de trabalho incluem:

• Agronegócio: Uso de sensoriamento remoto e IA para monitoramento ambiental e produtividade.
• Educação: Integração de ferramentas como Google Workspace for Education e Gemini.
• Gestão Pública: Automação de processos e integração de dados via infraestrutura em nuvem.
• Infraestrutura: Oferta inicial de créditos na plataforma Google Cloud para viabilizar os projetos piloto.

Segundo Falcette, o objetivo é que o levantamento técnico resulte em uma “contrapartida robusta” para as demandas locais. Órgãos como o Imasul e a Iagro também participam do processo para garantir que as ferramentas de inteligência artificial sejam aplicadas de forma específica às realidades da defesa sanitária e do licenciamento ambiental do estado.

A expectativa é que a formalização de novos planos de trabalho ocorra conforme o avanço das análises técnicas realizadas pelas equipes que já atuam no Mato Grosso do Sul.

(Com informações de Campo Grande News)
(Foto: Reprodução/Agência Brasil/Fernando Frazão)

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