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Telegram vira alvo de investigação por suspeita de conteúdo infantil ilegal

Aplicativo de mensagens é acusado de permitir circulação de material de abuso sexual infantil

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Conteúdo infantil ilegal – O órgão regulador de comunicações do Reino Unido, a Ofcom, anunciou nesta terça-feira a abertura de uma investigação oficial contra o Telegram por suspeitas de uso da plataforma para compartilhamento de material de abuso sexual infantil.

A análise faz parte de uma estratégia britânica voltada ao reforço da proteção de menores no ambiente digital. Segundo informado, o processo foi iniciado após o recebimento de dados enviados pelo Centro Canadense de Proteção à Criança, além de uma análise preliminar realizada pela própria Ofcom.

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Agora, a autoridade busca verificar se o aplicativo deixou de cumprir obrigações legais relacionadas ao combate de conteúdos ilícitos em sua rede.

Em nota oficial, o Telegram rejeitou as acusações. A empresa, sediada em Dubai, afirmou utilizar algoritmos de detecção que “virtualmente eliminaram” esse tipo de conteúdo público desde 2018.

A companhia também declarou preocupação com a investigação e sugeriu que a medida pode fazer parte de uma ofensiva mais ampla contra plataformas que defendem liberdade de expressão e privacidade.

O aplicativo já havia enfrentado questionamentos recentes em outros países. Em fevereiro, o Telegram foi multado na Austrália por demora em responder solicitações sobre ações de segurança ligadas a conteúdos extremistas e de abuso.

No Reino Unido, o endurecimento das regras digitais ocorre sob a Lei de Segurança Online de 2023. Além do Telegram, a Ofcom também abriu investigações contra os sites Teen Chat e Chat Avenue, sob suspeita de insuficiência nos mecanismos de prevenção ao aliciamento de menores.

O governo britânico, liderado pelo primeiro-ministro Keir Starmer, ainda avalia medidas mais rígidas, entre elas a possibilidade de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos. Caso irregularidades sejam confirmadas, as empresas poderão sofrer sanções severas previstas na legislação local.

(Com informações de Olhar Digital)
(Foto: Reprodução/Freepik)

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